Thiago Oliveira, do “É de Casa”, faz cirurgia: o que é a colecistectomia
Apresentador da TV Globo realizou procedimento para remover a vesícula na noite de sábado. Operação já estava agendada há um mês
Entre no nosso Grupo Whatsapp — Receba as principais notícias do diaParticipar Horas após apresentar o “É de Casa”, no último sábado, 31, o apresentador Thiago Oliveira passou por uma cirurgia já programada para remover a vesícula. Em um vídeo publicado nas redes sociais no dia seguinte, ele comentou que o procedimento durou menos de uma hora, e que já estava agendado há cerca de um mês.
Aos 42 anos, Thiago Oliveira chegou a se afastar temporariamente das funções na Globo devido a uma crise que levou à marcação da cirurgia, também conhecida como colecistectomia. “Agora, como meu médico fala, é vida normal”, explicou o apresentador, que já deve ser liberado para voltar ao trabalho nesta semana.
Conheça mais sobre a operação.
Quando uma colecistectomia é necessária
A remoção da vesícula biliar é indicada quando esse órgão começa a apresentar problemas dolorosos. Quando tudo corre bem, a vesícula atua para armazenar a bile, um líquido produzido no fígado que atua principalmente na digestão de gorduras.
No entanto, ela pode acabar causando dores incapacitantes diante de situações como a formação de cálculos biliares (as pedras na vesícula) ou a colecistite, uma inflamação no órgão. Os cálculos surgem quando há um desequilíbrio na bile, que leva à sua cristalização, geralmente pelo excesso de colesterol. Já a colecistite, embora possa ter outras causas, quase sempre é consequência direta das pedras.
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Como a remoção da vesícula biliar é um procedimento considerado altamente seguro, de recuperação rápida e com relativamente poucos inconvenientes no pós-operatório, é comum que ela seja indicada para sanar os problemas.
Como é a cirurgia e o pós-operatório
A colecistectomia costuma ser feita por videolaparoscopia, um procedimento que usa pequenas incisões de cerca de 1 centímetro cada e uma microcâmera para remover a vesícula. A técnica exige anestesia geral, mas costuma ter uma recuperação rápida e baixo risco de complicações. Procedimentos de abdômen aberto só são necessários em casos atípicos de alta complexidade.
Após a videolaparoscopia, muitos pacientes recebem alta em até 24 horas, embora o tempo possa variar de acordo com fatores individuais. A volta às atividades normais também costuma ser bem rápida: no caso de Thiago Oliveira, a expectativa é que ele já esteja liberado para retornar ao trabalho nesta quarta-feira, 4, apenas quatro dias após a intervenção.
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No pós-operatório, existem riscos de sangramentos inesperados, infecções e refluxo biliar, além de pancreatite. No entanto, essas complicações são raras.
O maior cuidado costuma envolver a necessidade de adequações alimentares, que muitas vezes são permanentes: pessoas sem a vesícula podem ter mais dificuldades para digerir alimentos gordurosos ou muito ricos em fibras, e é indicado aconselhamento nutricional para garantir uma adaptação à nova rotina, ao menos nos primeiros tempos.
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As notícias oriundas assim como as imagens tem como fonte de referência: https://saude.abril.com.br/ultimas-noticias
FONTE: https://saude.abril.com.br/medicina/thiago-oliveira-do-e-de-casa-faz-cirurgia-o-que-e-a-colecistectomia/