Entre no nosso Grupo Whatsapp — Receba as principais notícias do diaParticiparOndas de calor, noites mal dormidas, névoa mental, mudanças de humor. Para algumas mulheres, a menopausa carrega o peso do envelhecimento; para outras, marca o início de um novo capítulo.
O tema, que por muito tempo ficou cercado de silêncio, ganhou espaço nas livrarias, na TV e nas redes sociais. Atrizes como Cláudia Raia, Fernanda Lima e Flávia Alessandra passaram a falar abertamente sobre os desafios da meia-idade.
Não é para menos: segundo projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de mulheres nessa fase deve chegar a 1,2 bilhão no mundo até 2030.
No Brasil, as primeiras irregularidades menstruais aparecem, em média, aos 46 anos, e a menopausa propriamente dita chega por volta dos 48, cerca de três anos antes da média global. O climatério, período de transição, costuma durar de quatro a oito anos e pode se estender por até uma década.
A ciência também avançou. A terapia de reposição hormonal, alvo de desconfiança desde o início dos anos 2000, hoje é considerada segura para a maioria das mulheres quando bem indicada. E novos remédios não hormonais, como o fezolinetanto, aprovado pela Anvisa neste ano, ampliam as opções para quem não pode ou não quer usar hormônios.
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Mas o acesso ainda é desigual. A reposição hormonal é pouco disponível no SUS, e mulheres negras chegam a conviver com fogachos por dez anos, contra 6,5 anos entre as brancas. Discutimos todos esses assuntos em profundidade na última reportagem de capa de VEJA SAÚDE (clique aqui para ler).
Há 50 anos, a escritora americana Ursula K. Le Guin sugeriu, no ensaio Space Crone, que a mulher depois da menopausa seria a melhor representante da humanidade, justamente por ter atravessado tantas mudanças.
E para você, como foi (ou está sendo) essa travessia? Responda à enquete abaixo e conte se sua vida melhorou ou piorou depois da menopausa.
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O resultado será publicado na edição de novembro de VEJA SAÚDE.
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As notícias oriundas assim como as imagens tem como fonte de referência: https://saude.abril.com.br/ultimas-noticias